segunda-feira, 11 de julho de 2011

Na Contramão

Daqui de cima eu posso ver
como tudo mudou
ao passo que
tudo permanece

Todos refletem o que acontece
mas esquecem quando apertam um botão
quando tem a chance de falar
apenas nada a declarar

Sentimento traduzidos
em palavras saturadas
Da poesia de esquina
de um bar embriagado

ando na contramão
da não-ação
de palavras de amor
sem nenhum valor
na contramão
da não-reflexão
de um colorido
sem sentido
na contramão

Desculpas

Primeiramente quero me desculpar pelo tempo longe do blog.
Muito trabalho na faculdade com TCC e agora uma Bolsa.

Quero me desculpar ainda pelo seguinte: Não vou continuar agora a história de Mônica e Alfredo.
Não é momento ainda.

Muita coisa se passou na minha cabeça, depois da perda desse parceria, o Motora. Mas, para quem está gostando da história, não se esquente, ela está pronta aqui no meu caderno, apenas não digitei ainda. Em breve o farei.

Abraços a todos,
Pedro